Encontro levou aos alunos informações sobre o programa, as inscrições e as etapas do processo seletivo

Na noite desta segunda-feira (7), o Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Gama promoveu uma apresentação sobre a edição deste ano do programa Pontes para o Mundo com o objetivo de incentivar a participação dos estudantes elegíveis e esclarecer dúvidas sobre o processo.
“Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo

O coordenador do programa, David Nogueira, conduziu um passo a passo detalhado para a inscrição e explicou as etapas do processo seletivo. Ele também abordou os critérios de participação e apresentou a estrutura completa do programa, trazendo mais segurança para estudantes, pais e responsáveis.
“Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, reforçou. Ele lembrou que o Pontes para o Mundo oferece uma experiência de mobilidade acadêmica integral, permitindo que o estudante dê continuidade aos estudos em um sistema educacional internacional.
Autonomia
Participantes do encontro, ex-intercambistas do Cemi Gama compartilharam experiências e orientações práticas sobre a prova de proficiência e a rotina no exterior. Eles destacaram que, além do aprendizado da língua, o principal ganho é o desenvolvimento da autonomia.
“A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga, que acompanhou a apresentação.
O sonho perto da realidade

Para alguns estudantes, o intercâmbio começa a se concretizar como uma possibilidade real. É o caso de Bianca Domiciano, aluna do Centro Educacional (CED) 08 do Gama, que já começou a se preparar para o processo seletivo.
“Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas”, relatou. “Eles falaram sobre o acolhimento nas escolas e pelas famílias. A ansiedade existe, mas estou confiante.” Sua mãe, que também acompanhou a apresentação, pontuou: “O coração fica apertado, mas ela precisa voar. É uma chance única de crescimento, e eu vou apoiar”.
Repórter Brasília/*Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)