
Mais do que equipamentos modernos e novas unidades, a qualidade de um hospital é construída pelas pessoas que estão à frente do atendimento. Na MedSênior, no Distrito Federal, dois médicos gaúchos vêm ajudando a fortalecer esse modelo de assistência que combina conhecimento técnico, rapidez no diagnóstico e cuidado humanizado.
A médica intensivista Dra. Imara Scheter Silva, natural de Santa Maria (RS), coordena a Unidade de Terapia Intensiva da MedSênior Taguatinga. Já o clínico Dr. Mateus Borges, de Vacaria (RS), atua na unidade do Setor de Indústria Gráfica (SIG) e é reconhecido entre colegas pela capacidade clínica de identificar precocemente quadros complexos, inclusive suspeitas da Síndrome de Guillain-Barré, permitindo acelerar a investigação e o início do tratamento quando indicado.
A atuação dos dois profissionais reflete um momento de expansão da MedSênior no Distrito Federal. Especializada no cuidado da pessoa idosa, a operadora vem ampliando sua estrutura própria de atendimento, incorporando novos serviços, unidades e especialidades médicas. Entre os investimentos estão o fortalecimento da rede em Taguatinga e a expansão da unidade do SIG, com novos leitos, centro cirúrgico e aumento da capacidade assistencial.
UTI mantém elevada ocupação e bons indicadores
À frente da UTI da MedSênior Taguatinga há cerca de dois anos, a Dra. Imara destaca que a unidade mantém ocupação praticamente permanente.
“A UTI trabalha normalmente com ocupação entre 96% e 98%, mantendo um giro elevado de pacientes. Mesmo assim conseguimos preservar bons indicadores assistenciais, resultado do trabalho integrado de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e toda a equipe multiprofissional.”
Segundo ela, a unidade atende pacientes adultos de diferentes perfis clínicos e dispõe de suporte especializado para casos de alta complexidade.
A expansão da estrutura da MedSênior acompanha esse crescimento. Além das unidades ambulatoriais, serviços de cardiologia, geriatria, oncologia, oftalmologia, fisioterapia e reabilitação, a empresa amplia sua presença no Distrito Federal com novos leitos e maior capacidade cirúrgica.
Trabalho em equipe faz a diferença
Nos momentos mais críticos da assistência hospitalar, cada minuto pode ser decisivo. A rapidez na identificação de alterações clínicas, a comunicação entre os profissionais e a integração das diferentes áreas foram determinantes no atendimento prestado durante um recente caso acompanhado pela equipe da MedSênior Taguatinga.
A atuação envolveu médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionista, psicóloga e assistente social, demonstrando que a qualidade do atendimento hospitalar é resultado de um trabalho coletivo.
Entre os profissionais que participaram dessa assistência estão os enfermeiros Elaine Noronha, Rafaela Farias, Igor Veras, Daniela Vieira, Wallace Aquino e Otávio Maia.
A equipe de técnicos de enfermagem foi formada por Livia Dantas, Kelly Rodrigues, Liliane Souza, Monica Ribas, Bruno Lopes e Franciele Lima, profissionais responsáveis pelo acompanhamento contínuo do paciente e pela execução de cuidados fundamentais durante toda a internação. Na retaguarda atuando com eficácia e rapidez a Dra Gabriela Verzola.
A equipe médica contou com a coordenação da Dra. Imara Scheter Silva e a atuação dos médicos Giovanni Carlos, Antônio Brandão, Eduardo Millhomem, Bruno Bessa, Daniel Carvalho, Wendel Antônio e Ielves Rosa, que participaram da avaliação clínica, definição das condutas e acompanhamento da evolução do quadro.
A recuperação também recebeu o suporte permanente da equipe de fisioterapia, composta por Lucas Jorge, Karla Yanka, Mayara de Oliveira, Wellington Alves, Clarissa Ferreira e Izabella Alves, essencial para preservar a capacidade funcional e acelerar a reabilitação dos pacientes internados.
O acompanhamento nutricional ficou sob responsabilidade da nutricionista Helena Assunção, enquanto o suporte emocional foi conduzido pela psicóloga Fernanda Stamillo. O atendimento foi complementado pelo trabalho da assistente social Laís Dantas, responsável pelo acolhimento e orientação aos familiares.
Quando a medicina também acolhe

Mas nem só de tecnologia vive uma UTI. Nesta semana, um episódio emocionou pacientes, familiares e profissionais da MedSênior Taguatinga. Com autorização da equipe médica e seguindo todos os protocolos de segurança, dois cães de estimação visitaram um paciente internado na UTI.
O encontro transformou por alguns minutos o ambiente normalmente marcado pela tensão em um espaço de emoção, sorrisos e esperança.
Médicos, enfermeiros e demais profissionais acompanharam o momento, considerado um exemplo de humanização hospitalar. A presença dos animais provocou uma reação positiva não apenas no paciente, mas também em outros internados e em toda a equipe assistencial.
A experiência reforça uma tendência cada vez mais presente na medicina moderna: compreender que o tratamento vai além dos medicamentos e procedimentos, incluindo aspectos emocionais que podem contribuir para o bem-estar durante a recuperação.
A força do diagnóstico clínico
Na unidade do SIG, o trabalho desenvolvido pelo Dr. Mateus Borges segue a mesma filosofia.
Colegas destacam sua atenção aos detalhes durante o exame clínico e a capacidade de reconhecer precocemente doenças neurológicas complexas, como a Síndrome de Guillain-Barré. Embora a confirmação dependa de exames específicos, a suspeita clínica precoce permite acelerar a investigação e iniciar rapidamente as medidas terapêuticas indicadas, aspecto considerado fundamental nessa enfermidade.
É um exemplo de como experiência, observação e conhecimento continuam sendo ferramentas indispensáveis da medicina, mesmo em uma época de alta tecnologia diagnóstica.
Muito além da tecnologia
Embora tenha consolidado sua marca como referência em saúde para a população acima de 49 anos, a MedSênior vem ampliando sua estrutura e qualificando seus serviços, oferecendo atendimento integrado, medicina preventiva, acompanhamento multiprofissional e assistência hospitalar própria.
A experiência vivida recentemente na UTI de Taguatinga evidencia que a recuperação de um paciente não depende exclusivamente da tecnologia ou da atuação individual de um profissional. Ela é resultado da integração entre diferentes especialidades, da rapidez nas decisões clínicas e do comprometimento de uma equipe inteira.
A combinação entre expansão da estrutura física, investimento em tecnologia e valorização de profissionais como a Dra. Imara Scheter Silva, o Dr. Mateus e toda a equipe assistencial da MedSênior mostra que a excelência hospitalar continua sendo construída diariamente pela competência técnica, pelo trabalho coletivo e, sobretudo, pelo cuidado humano, características que fazem toda a diferença justamente nos momentos em que a vida mais exige.
Portal Repórter Brasília