
Não se pode ter dúvida alguma que é o agronegócio que vem economicamente sustentando o Brasil. O Banco Central atestou no seu Índice de Atividade da Economia – uma prévia do PIB – que até novembro de 2025, tivemos em toda a atividade econômica um crescimento de 2,4%. O resultado, destes onze meses do ano passado, foi alavancado principalmente pelo desempenho das atividades agrícola e pecuária, que somadas, deram um crescimento de 13.4% em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto os serviços só cresceram 2.0% e atividade industrial apenas 1.3%.
Além de ter que enfrentar as invasões do MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, que nem CNPJ tem, mas contam com a descarada proteção do lulopetismo para conseguirem muito dinheiro de ONGS e Associações fantasmas, para sustentar seus folgados militantes. Aliás, na maior invasão de terras produtivas já ocorrida no Brasil, aquela no Município de Quedas do Iguaçu no Paraná, numa área produtiva de reflorestamento da empresa madeireira ARAUPEL, que na época da invasão do MST, produzia 15% da madeira beneficiada e exportada. Como sempre ocorre, os invasores tiraram o reflorestamento existente, venderam a madeira e, com o correr do tempo, como não são de trabalhar mesmo, hoje em dia mais de 60% daquelas áreas invadidas e desapropriadas pelo INCRA, estão arrendadas pelos sem terras para terceiros, que assim ganham sem trabalhar.
A União teve que pagar R$ 584.784.622,10 de indenização à Araupel, considerada como uma das maiores companhias de produção madeireira do Brasil, que recebeu R$ 552,6 milhões e a Rio das Cobras Florestal ficou com R$ 32,1 milhões. O pagamento ocorreu por meio de precatórios, com emissão prevista até 31 de janeiro de 2026.
Por serem areas produtivas, o Incra não podia desapropriar tais terras, para a criação dos assentamentos. Daí porque, começaram a negociar com as empresas a possibilidade de compra do local, o que na prática acabou acontecendo.
Em troca, as partes extinguiram todas as ações judiciais relacionadas ao conflito nas Justiças Estadual e Federal. O acordo também preserva áreas produtivas que restaram e assegura segurança jurídica às atividades empresariais. As Comissões de Soluções Fundiárias do TJ-PR e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) conduziram a causa.
(https://www.gazetadopovo.com.br/parana/acordo-conflito-fundiario-araupel-rio-das-cobras/)
Apenas nesta invasão, das milhares que já tivemos pelo Brasil) custará aos cofres públicos mais de meio bilhão de reais. Mas o atual governo que não corta gastos e só pensa em arrecadar mais, aproveitando-se dos brasileiros que pagam impostos e assistiram nos últimos dois anos o governo propalar sobre o tal ARCABOUÇO FISCAL como base da tão decantada REFORMA TRIBUTÁRIA, que agora começou a vigorar. Não acreditei quando vi e assisti uma senhora idosa, na farmácia, protestando com preço dos remédios e o exagero do imposto que teria que pagar. Nesta foto ampliada de medicamentos que comprei naquela farmácia, pedi a Nota Fiscal e ao pagar o valor de R$661.23, pelos medicamentos, também fui obrigado a pagar, nada mais nada menos, que R$340.39 de imposto ou seja mais de 50%, do valor da compra.
Caro leitor, tire a prova você mesmo do que estou afirmando. Na Farmácia, no Supermercado, Shopping ou onde comprar algum bem de consumo, peça a NOTA FISCAL e confira o quanto de imposto terá que pagar.

Ainda bem, que aqui no Paraná, passamos a ter a menor alíquota de IPVA do Brasil, porque Lei Estadual nº22.645/2025, reduziu de 3,5% para 1,9% do valor venal de automóveis, motocicletas e caminhonetes, beneficiando cerca de 3,4 milhões de proprietários de veículos, barateando 45% do IPVA.

A pergunta que não cala é porque o Congresso Nacional não tem coragem de baixar os impostos e exigir que o Governo Federal gaste menos e cortando as despesas exageradas que somente em viagens em 2025 gastou mais de 2.35 bilhões de reais, conforme divulgado pelo Portal da Transparência, enquanto faraônicas despesas da presidência em suas viagens foram colocadas em sigilo de apenas 100 anos. Para ter moral de fazer isso os parlamentares teriam que dar o exemplo, começando a cortar as suas próprias despesas, extinguir a imoralidade dos bilhões dos fundos eleitorais que gastam para reeleger-se, além de extinguir as emendas parlamentares que sequestram o orçamento e são uma permanente fonte de corrupção. Isso é esperar o impossível de quem está mais preocupado em manter-se no poder pelo poder, que defender o real interesse público.
NILSO ROMEU SGUAREZI, advogado, ex-deputado constituinte de 1988, defensor da PEC da eleição da ASSEMBLEIA CONSTITUINTE EXCLUSIVA, para que o Brasil tenha uma nova constituição escrita por brasileiros sem necessidade de serem filiados a partidos políticos.