Candidato a presidente tem que ter programa e mostrar que cumpre o que promete. Chega de enganação. (Nilso Romeu Sguarezi)

Nilso Romeu Sguarezi/Divulgação

Está muito claro que os brasileiros que estudaram nas escolas públicas nas últimas décadas, são a maioria absoluta dos atuais favorecidos pelo BOLSA FAMÍLIA, vale dizer, com raríssimas exceções, nada aprenderam de prático para que, com o seu trabalho digno, pudessem sustentar suas próprias vidas.

Entre os países que integram o grupo de desenvolvimento humano, o resultado do Brasil só não é pior do que a África do Sul e Botsuana. Aqui a educação pública básica, apesar de ser uma exigência constitucional do artigo 205 – A educação, direito de todos e dever do Estado e da família –  não melhorou. Sem educação nunca sairemos deste crônico subdesenvolvimento em que determinados estados da federação, tem mais bolsa família que carteira de trabalho. Pior ainda, é que boa parte do dinheiro desta esmola governamental acaba sendo gasto no vício do jogo das bets e loterias, liberadas aos montes pelo governo, simplesmente por ser mais uma forma de arrecadar: cerca dos dez bilhões de reais em 2025.

“O Paraná tem a menor Dívida Consolidada Líquida (DCL) de todo o Brasil, com um saldo negativo de R$ 7,77 bilhões, de acordo com o Tesouro Nacional. Com isso, tem uma posição de credor líquido, ou seja, tem mais dinheiro em caixa do que o total de compromissos assumidos. Na prática, isso significa que o Paraná tem condições de quitar toda a sua dívida bruta e ainda teria quase R$ 8 bilhões nos seus cofres.

“Não é porque há dinheiro em caixa que devemos aumentar as despesas. Pelo contrário, é justamente por isso que devemos agir ainda com mais responsabilidade. Vamos reduzir gastos com viagens, diárias e eventos para direcionar esses recursos nos  investimentos, com coisas que transformem a realidade da população”, detalhou na prestação de contas de 2025 o Secretário  Ortigara da Fazenda do Paraná. “Ao invés de aumentar impostos, conseguimos bons resultados cortando gastos”. https://www.fazenda.pr.gov.br/Noticia/Parana-lidera-grupo-de-sete-estados-que-tem-mais-dinheiro-em-caixa-do-que-dividas – veja este link.

 O aumento dos investimentos na área da educação ao longo dos últimos anos no Paraná, deu como resultado o melhor desempenho do Brasil no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). No ensino médio, o Paraná lidera o ranking nacional com nota 4,9. Nos anos finais do ensino fundamental, o Paraná tem nota 5,5, empatado com Ceará e Goiás.

Já nos anos iniciais da educação, os municípios com apoio da Secretaria de Estado da Educação, por meio do programa Educa Juntos, o Paraná também está no topo do ranking com nota 6,7. Foi assim que, além de melhorar a educação básica no estado,  se impediu o crescimento do número de bolsa família que diminuiu.

 Não só isso, o atual governo conseguiu até diminuir o imposto do IPVA, pagando todas as dívidas e ainda ter em caixa muito dinheiro, para destacar-se com ótimos programas, como:

” Asfalto Novo, Vida Nova ” que já entregou mais de 418 km de asfalto em mais de 3,5 mil ruas de 168 municípios, com investimentos que ultrapassaram 2,2 bilhões em 377 cidades paranaenses até meados do ano passado.

Consultando os dados do Governo Federal, qualquer um pode encontrar neste link (https://cecad.cidadania.gov.br/painel03.php),  a triste e catastrófica realidade deste país que é camuflada pela propaganda enganosa, que apregoa terem tirado o povo da fome, dado educação e moradia para a nossa população.

        Duas décadas que as televisões pagas pelo governo federal falam em educação, saúde e fome zero. Nossa educação se de fato ela existisse, não estaríamos nesta situação de 2025, quando chegamos a ter dos 212 milhões de habitantes, nada menos que 95.075.521 milhões de pessoas cadastradas no Bolsa Família.

         Deste cadastro constam 46.851.017 (49%) em situação de pobreza. Sendo que 22.205.671 (23%), são de baixa renda, com apenas 6.018.833 (27%) que ganham mais que um salário-mínimo e meio de renda.

Conhecia esta história? Todas as tardes, dez amigos se encontravam no Bar do Leôncio, no centro da pacata cidade de Santa Aurora, para beber, conversar e esquecer um pouco as preocupações da vida. A conta era sempre a mesma: R$ 100,00 por rodada de cerveja. Mas eles nunca dividiam essa conta igualmente, pois sabiam que suas realidades eram muito diferentes — e então decidiram pagar de forma proporcional ao que cada um podia: Os quatro mais pobres não pagavam nada. O quinto, que fazia bicos, pagava R$ 1,00. Essa divisão permitia que todos participassem, independentemente da condição financeira. O grupo sempre respeitou essas diferenças, pois sabiam que a solidariedade era fundamental para manter a amizade e a tradição dos encontros. O sexto, com um trabalho irregular, pagava R$ 3,00. O sétimo, que tinha um salário fixo, contribuía com R$ 7,00 já o oitavo, que era funcionário público, pagava R$ 12,00. O nono, dono de um pequeno negócio, desembolsava R$ 18,00. E o décimo, o mais rico — um investidor de sucesso — bancava o restante: R$ 59,00. Todos achavam justo.  Todos se beneficiavam da cerveja. Quem tem mais, paga mais. Um dia, o Leôncio, dono do bar, apareceu com uma novidade:— “Meus amigos, vocês têm sido clientes fiéis. Hoje, vou dar um desconto: a rodada vai sair por R$ 80,00”. Foi só alegria. Mais risadas, mais brindes, e até um “viva ao Leôncio!” Mas aí surgiu uma dúvida: Como dividir esse desconto de R$ 20,00 de forma justa? Se os R$ 20,00 fossem divididos igualmente entre os dez, os quatro que nunca pagaram passariam a “receber” dinheiro só por estarem ali — o que parecia estranho. Então o Artur Dourado, o mais rico, propôs:

— “E se a gente repartir o desconto na mesma proporção de antes? Cada um ganha um alívio conforme já contribuía. Assim, ninguém perde. Todos concordaram. E o novo valor ficou assim:   O 5º passou de R$ 1,00 para R$ 0,00. O 6º de R$ 3,00 para R$ 2,00. O, o 7º de R$ 7,00 para R$ 5,00, o 8º de R$ 12,00 para R$ 9,00, o 9º de R$ 18,00 para R$ 14,00. Finalmente o 10º (o mais rico) de R$ 59,00 para R$ 50,00.Todos pagaram menos. Ninguém saiu no prejuízo. Todos economizaram.

Mas aí começaram as reclamações…“Peraí… por ser mais rico economizou R$ 9,00 e eu só R$ 1,00?”— “Isso não é justo!”— “Os ricos sempre se dão melhor!”— “Ele tá ganhando mais que a gente com esse desconto!” Tomados pela indignação, os nove amigos se revoltaram contra o amigo mais rico. Chamaram-no de aproveitador. Disseram que o sistema apenas favorecia os ricos. Reclamaram tanto… que no dia seguinte, ele não apareceu mais no bar. E foi nesse momento que eles entenderam: Sem ele, os outros não conseguiam juntar nem metade da conta. Sem ele, o sistema não se sustentava. Sem ele… não havia mais cerveja para ninguém. Essa hilária história mostra, de forma simples, como funcionam os impostos progressivos: Quem ganha mais, paga mais. Mas se você pune quem sustenta a estrutura, o sistema inteiro desmorona. Moral da história: O socialismo fracassa… quando acaba o dinheiro dos outros.” Que o digam os brasileiros que estão indo investir no Paraguai.

                O que o Brasil precisa mesmo é de uma CONSTITUINTE EXCLUSIVA, para que BRASILEIROS, ficha limpa, sem rabo preso com partidos e ideologias, escrevam uma NOVA CONSTITUIÇÃO, que acabe com o crime organizado, tire do governo os corruptos e demagogos que da propaganda enganosa.

NILSO ROMEU SGUAREZI, advogado, ex-deputado constituinte de 1988, defensor da PEC da eleição da ASSEMBLEIA CONSTITUINTE EXCLUSIVA, para que o Brasil tenha uma nova constituição escrita por brasileiros sem necessidade de serem filiados a partidos políticos.