Por Edgar Lisboa

A criação de Brasília é, sem dúvida, um dos marcos mais grandiosos da história do Brasil. Idealizada pelo então presidente Juscelino Kubitschek, a nova capital representava muito mais do que uma simples mudança geográfica: ela simbolizava um novo tempo, um país voltado para o futuro, para o desenvolvimento e para a integração nacional.
Realidade superou o sonho

Se JK estivesse vivo hoje, certamente se emocionaria ao ver que a realidade de Brasília superou, e muito, o sonho que ele um dia ousou sonhar. Aquela pequena cidade erguida no coração do Cerrado, em meio ao nada, se transformou em um centro pulsante de decisões, cultura e modernidade. A utopia virou concreto, aço e, principalmente, vida.], firmou Paulo Octávilo.
Regiões esquecidas

O objetivo de interiorizar o poder, levando-o para longe do eixo do litoral, era também uma forma de trazer desenvolvimento para regiões até então esquecidas. E deu certo. A construção de Brasília impulsionou a ocupação do Centro-Oeste, gerou empregos, modernizou a infraestrutura nacional e estimulou o sentimento de unidade em um país continental.
Legado histórico
Nos dias de hoje, personalidades como o empresário Paulo Octávio continuam a valorizar e dar visibilidade a esse legado histórico. Ele tem estado à frente de importantes ações que reforçam a grandiosidade e o simbolismo de Brasília, sempre lembrando a todos da figura visionária de JK. Seu trabalho mostra que a cidade não é apenas um símbolo político, mas também um polo de oportunidades, cultura e progresso.
Brasília realidade viva

Brasília nasceu de um sonho ousado, e hoje, é uma realidade viva, que continua crescendo e inspirando. Sua arquitetura arrojada, suas amplas avenidas, seus espaços planejados são reflexo de uma ideia que foi além do concreto: a ideia de que o Brasil podia, sim, se reinventar. A Capital do Brasil é uma cidade moderna, arquitetura inovadora com uma rica história, inúmeros pontos turísticos, bons hotéis, bons restaurantes, para receber turistas do País do mundo.
Trazer desenvolvimento
Na opinião de Paulo Octávio, “se o JK estivesse vivo, ele estaria surpreso, porque a realidade é muito maior do que o sonho. Logicamente, o sonho do presidente foi implantar uma capital, uma cidade pequena, no interior do Brasil, para interiorizar o país que vivia no litoral e trazer desenvolvimento para uma região esquecida”.
Maior celeiro do País
“Passaram-se 65 anos, a capital cumpri muito bem o seu papel de capital administrativo do Brasil, ela unificou o Brasil, trouxe o desenvolvimento para toda uma região esquecida, que é a região do Centro-Oeste brasileiro, que hoje é o maior celeiro do país, então a epopeia da construção de Brasília”, avaliou Paulo Octávio;
Uma capital em mil dias

Para Paulo Octávio, “é sem igual na história política dos últimos dois séculos. A realização de Brasília é emblemática, porque em nenhum país do mundo se construiu uma capital em mil dias”. Afirmou que “a única capital em todo o mundo construída no prazo recorde e inaugurada no prazo recorde, colocada para funcionar no prazo recorde, foi Brasília”.
Trabalhadores de todas as regiões

“Brasília é motivo de orgulho para os brasileiros, não só aqueles que aqui vieram, que trabalharam, os pioneiros, mas enfim, de toda a sociedade, o país unido, porque aqui vieram trabalhadores do norte, do sul, do centro, de todas as regiões brasileiras”, aponta Paulo Octávio..
Unificou o Brasil
A construção de Brasília, avalia Paulo Octávio, não é só de um estado e nem só de uma, é uma construção que unificou o nosso Brasil. Por isso que a Brasília hoje tem representantes de todos os estados, tem a melhor gastronomia do Brasil, tem costumes de todos os estados brasileiros, se fala uma língua, se fala um português diferente”. disse o governador Ibaneis Rocha.
Obra-prima de Jean Manzon sobre a indústria automobilística brasileira, retrata a viagem de 2.160 km, entre Belém e Brasília, realizada pela “Caravana de Integração Nacional”. O grande momento é a chegada do presidente Juscelino Kubitschek à cidade, de bandeira em punho, a bordo de uma Romi-Isetta.
Portal Repórter Brasília, Edgar Lisboa