“Barbeiragem” do ministro

Luciano Zucco, líder da Oposição (Crédito: Pablo Valadares, Câmara dos Deputados)

“A barbeiragem que esse ministro Carlos Fávaro (agricultura) fez com o agronegócio, o desrespeito que ele fez com o agronegócio justamente quando o café está caro, a laranja está cara, o ovo está caro, a carne está cara, o governo toma medidas para desrespeitar o agronegócio”, protestou o deputado Luciano Zucco (PL/RS).

Produtores querem respeito

“Vocês estão vendo o desrespeito com o pequeno, o médio e o grande produtor”, disparou da tribuna, o líder da oposição, acrescentando: “aí me vem com uma medida provisória de 1% do Plano Safra. A gente não quer esmola, não ministro. A gente quer respeito”.

Dinheiro para o Plano Safra

Em defesa do Governo, o deputado Dionilso Marcon (PT/RS) destacou que foi aprovada a LDO e o Orçamento. O petista acentuou que o governo “bota dinheiro no Plano Safra para atender quem produz nesse país, seja a turma do agronegócio, agricultura familiar, ou assentado”.

Entender de agricultura

 “Se estão aqui para falar do ministro da agricultura, do presidente Lula, paciência; tem que entender um pouco de agricultura”, assinalou Marcon, identificando “que quem fala, é o mesmo time que fala do Carlos Fávaro, é o time que queria matar o Lula, o Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes”.

Gerando emprego

Dionilso Marcon (Crédito: Vinicius Loures/ Câmara dos Deputados)00

Na opinião de Dionilso Marcon, o Brasil está gerando emprego. “Estive com Lula lá no município de Rio Grande, onde o governo recompôs, de novo, a construção de navios via Petrobras, que o Bolsonaro destruiu”.

Fila do osso

Marcon concluiu afirmando que, “Bolsonaro quer que volte a fila do osso, a fila do desemprego, a fila da miséria”, apontou o petista.

Transição energética

O deputado Afonso Hamm (PP/RS) cobrou do ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia, a Medida Provisória prometida dia 12 para reativar a Usina Candiota 3. Cobrou uma transição energética na solução da termoelétrica. “A usina fechada está impactando nos empregos e no fornecimento, inclusive, de cimento, no Estado, deixando, cerca de 7 mil trabalhadores sem emprego. Agora vai vir o carnaval, a semana após o carnaval, e as pessoas estão perdendo os empregos. Nosso pedido é uma transição energética”, apelou Afonso Hamm.

Êxito na captura de bandidos

“Quando a gente vê que a prefeitura de São Paulo tem tido êxito na captura de bandidos, através de reconhecimento facial, eis que três defensoras públicas entram com um pedido para que, no carnaval, não haja reconhecimento facial”, disse da tribuna, o deputado Alberto Fraga (PL/DF).

Prefeito “bote bandido na cadeia”

“Não dá para entender esse tipo de comportamento, ou são mal-intencionados ou são bandidos. Está protegendo o bandido. É lamentável ver esse tipo de atitude de uma defensora pública. São três querendo proteger marginais que vão assaltar, que vão roubar celular. Prefeito Ricardo Nunes, não aceite esse tipo de interferência. Bote para quebrar, e bote bandido na cadeia”, pede Fraga.

Réu primário

“Chega, chega, chega de ver réu primário sendo colocado na prisão para fazer delação, para inventar histórias, para contar mentiras e sair de lá”, afirmou o deputado Marcelo Crivella (Republicanos/RJ), que apresentou um projeto de lei que réu primário, prisão preventiva, só se tiver o flagrante. Pediu apoio aos parlamentares.

A Coluna Repórter Brasília é publicada simultaneamente no Jornal do Comercio, o jornal de economia e negócios do Rio Grande do Sul.

Edgar Lisboa