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Indústria cai em seis dos 15 locais pesquisados entre julho e agosto, aponta IBGE - Blog Edgar Lisboa. Foto: Reprodução/Internet

Indústria cai em seis dos 15 locais pesquisados entre julho e agosto, aponta IBGE

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Com a redução de 0,3% na produção industrial nacional, seis dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas de julho para agosto de 2018, na série com ajuste sazonal.

De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaIBGE, os recuos mais acentuados foram observados no Amazonas (-5,3%), Pará (-1,1%), Espírito Santo (-0,9%), São Paulo (-0,9%), Santa Catarina (-0,7%) e Rio de Janeiro (-0,3%). Por outro lado, Mato Grosso (3,0%), Bahia (2,7%) e Pernambuco (2,6%) apresentaram os avanços mais acentuados no mês. Ceará (1,5%), Região Nordeste (1,5%), Rio Grande do Sul (0,8%), Paraná (0,7%), Minas Gerais (0,5%) e Goiás (0,2%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos. 

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou expansão de 3,8% no trimestre encerrado em agosto de 2018 frente ao mês anterior, avanço mais intenso desde o início da série histórica, e mantendo a trajetória ascendente iniciada em maio de 2018. Em termos regionais, 14 locais apontaram taxas positivas, com destaque para os avanços mais intensos observados no Mato Grosso (8,2%), Paraná (7,8%), Rio Grande do Sul (6,6%), Pernambuco (5,5%), Bahia (5,4%), Santa Catarina (5,4%), Região Nordeste (4,8%), São Paulo (3,5%) e Goiás (3,4%). Por outro lado, Amazonas (-1,8%) registrou o único recuo em agosto de 2018.

Na comparação com agosto de 2017, a indústria mostrou crescimento de 2,0% em agosto de 2018, com 11 dos 15 locais pesquisados apontando taxas positivas. Vale citar que agosto de 2018 teve o mesmo número de dias úteis que igual mês do ano anterior, 23 dias.

Nesse mês, Rio Grande do Sul (12,3%), Pernambuco (11,7%) e Pará (11,0%) apresentaram as expansões mais acentuadas. No Rio Grande do Sul, o resultado foi impulsionado, principalmente, pelos avanços observados nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (reboques e semirreboques, automóveis e carrocerias para ônibus), celulose, papel e produtos de papel (celulose), produtos de metal (construções pré-fabricadas de metal e artefatos de alumínio para uso doméstico), máquinas e equipamentos (máquinas para extração ou preparação de óleo ou gordura animal ou vegetal, tratores agrícolas e aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, biodiesel e naftas para petroquímica).

Já em Pernambuco, a expansão deveu-se, principalmente, por avanços nos setores de produtos alimentícios (açúcar VHP e cristal, sorvetes e picolés, carnes e miudezas de aves congeladas e margarina). E no Pará, o resultado foi impulsionado principalmente pelo avanço do setor de de indústrias extrativas (minérios de ferro em bruto ou beneficiados).

Paraná (6,5%), Santa Catarina (5,0%), Rio de Janeiro (4,5%) e Região Nordeste (3,6%) também registraram taxas positivas mais elevadas do que a média nacional (2,0%), enquanto Mato Grosso (1,4%), Bahia (1,2%), São Paulo (0,7%) e Minas Gerais (0,5%) completaram o conjunto de locais com avanço na produção nesse mês.

Veja aqui matéria completa.

Fonte: IBGE

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